quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Vamos visitar o Museu de Comunicação Hipólito José da Costa de Porto Alegre
Ficha Técnica do vídeo:
Trabalho multidisciplinar sobre o Porto dos Casais, do terceiro ano de 2011, da Escola Técnica Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes, em Cachoeirinha, RS.
PRODUZIDO E EDITADO POR: BÁRBARA MACHADO COSTA.
Com o objetivo de divulgar e despertar o interesse da população em geral pelo Museu de Comunicação Hipólito da Costa, nos foi dada a grata tarefa de fazer esse pequeno vídeo aos moldes de "campanha publicitária".
NADA NOS PERTENCE. NENHUM DIREITO INFRINGIDO.
Agradecimentos especiais ao programa de Educação Patrimonial do Museu de Comunicação Hipólito José da Costa, pela disposição em nos receber.
Fonte: Youtube
Frase histórica de João Baptista Figueiredo
Durante e depois de seu mandato, João Figueiredo ficou conhecido por suas declarações. O Site Wikipédia relembra algumas, mas o Blog FH destaca o áudio da entrevista concedida após a sua eleição por via indireta em 1978, Sobre a abertura política, Figueiredo disse: "Quem não quiser que abra, eu prendo e arrebento!"
terça-feira, 1 de novembro de 2011
1979 - Lei da Anistia é regulamentada por Figueiredo
Por: Denise de Almeida
A reportagem de 30 de agosto de 1999 produzida pelo jornalismo da TV Cultura resgata os 20 anos da Anistia Política no Brasil (1979)
| Reprodução: Blog Hoje na História CPDOC Jornal do Brasil |
O último general-presidente, João Batista de Figueiredo, regulamentou a Lei da Anistia, aprovada pelo Congresso por 206 contra 201 votos. A medida beneficiou 4.650 pessoas punidas por atos de exceção no período entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979. Entre os anistiados estavam os ex-governadores Leonel Brizola e Miguel Arraes, e os ex-líderes estudantis Vladimir Palmeira e José Dirceu. O projeto de iniciativa governista não atendeu o apelo da opinião pública, que clamava pela anistia ampla, geral e irrestrita. A lei deixou de fora os condenados por terrorismo, assalto e seqüestro e favoreceu os militares, incluindo os responsáveis pelas práticas de tortura. A anistia do regime militar foi criticada porque não investigou os agentes de órgãos de segurança envolvidos em atos ilegais contra presos políticos. Segundo o Superior Tribunal Militar (STM), havia então 52 presos políticos, dos quais 17 foram imediatamente libertados e 35 permaneceram à espera de uma análise mais demorada dos seus processos.
Além de abrir as portas das prisões, a anistia permitiu a reintegração ao serviço público de centenas de funcionários cassados. Entretanto, o reaproveitamento de servidores civis e militares ficou subordinado à decisão de comissões especiais criadas no âmbito dos respectivos ministérios para estudar cada caso.
No mesmo dia em que a lei entrava em vigor, foi denunciado, no Congresso Nacional, a descoberta dos restos mortais de alguns presos políticos, entre eles os de Luis Eurico Tejera Lisboa, dado como desaparecido.
Os anistiados vinham retornando ao Pais, e eram recebidos com festas, desde que a lei fora sancionada em agosto. Leonel Brizola retornou ao país no dia 6 de setembro, após 15 anos de exílio. No dia 15 do mesmo mês, retornaram ao Brasil, Miguel Arraes, e o ex-deputado federal, Márcio Moreira Alves. No mês seguinte, Luiz Carlos Prestes desembarcou no Aeroporto do Galeão, no Rio, e foi recebido por cerca de 10 mil pessoas.
General apóia o movimento
O movimento pela anistia e redemocratização ganhou força, a partir de fevereiro de 1978, quando foi lançado o Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA) no Rio, com o apoio do general Peri Bevilacqua, que fora um membro do comando do golpe militar de 1964. O CBA era formado por advogados e parentes de presos políticos, com o aval da Ordem dos Advogados do Brasil. Poucos dias depois do lançamento, era criado em São Paulo mais um comitê, com representantes de várias entidades profissionais e de estudantes, além de alguns deputados do único partido de oposição da época, o MDB.
Fonte: Blog Hoje na História - CPDOC Jornal do Brasil. Disponível em: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=10449
Mais:
Assinatura do Projeto da Anistia pelo Presidente João Baptista Figueiredo (1979)
Eventos no Museu Júlio de Castilhos
Ocorrerá no dia 05 de novembro de 2011, no Museu Julio de Castilhos, diversas atividades em comemoração ao Dia Nacional da Cultura.
Neste mesmo dia ocorrerá a abertura da exposição: “GUARANI, KAINGÁNG, XOKLENG: MEMÓRIAS E ATUALIDADES AO SUL DA MATA ATLÂNTICA”.
Confiram o material de divulgação abaixo:
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