terça-feira, 3 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
2 de setembro de 1961 - Instituído o regime parlamentarista no Brasil
Por: Thiago Jansen
Foi aprovada na Câmara dos Deputados, em primeira discussão, por 234 votos contra 59, e, em segunda discussão, por 233 votos contra 55, a ementa constitucional que instituiu um regime parlamentar no Brasil semelhante ao vigente na República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental), cujos dispositivos visavam impedir a queda sucessiva de gabinetes e limitar a casos muito específicos o poder do Presidente da República de dissolver a Câmara dos Deputados.
A ementa constitucional aprovada provocou algumas mudanças na Magna Carta brasileira. Dentre elas, destacam-se: o Poder Executivo passava a ser exercido pelo Presidente da República em conjunto com o Conselho de Ministros; o Presidente da República seria eleito pelo Congresso Nacional por maioria absoluta de votos e exerceria o cargo por cinco anos; todos os atos do Presidente da República deveriam obrigatoriamente ser referendados pelo Primeiro Ministro e pelo Ministro competente; criava-se a figura do Primeiro Ministro, a quem competeria, entre outras atribuições, a iniciativa de propor os projetos de lei do Governo, orientar a política externa, exercer o poder regulamentar, e decretar e executar a intervenção federal.
Tancredo Neves seria o primeiro a assumir o cargo de primeiro-ministro do Brasil, em 7 de setembro de 1961. A ele seguiriam no cargo Francisco Brochado e Hermes Lima, em 1962.
O Parlamentarismo no Brasil
O Parlamentarismo é o sistema de governo que atribui à Câmara dos Deputados e ao Senado o controle efetivo da política interna e externa do país, através do poder de aprovar ou desaprovar a indicação do Primeiro-Ministro e do Conselho de Ministros, ou de derrubá-los quando não mais concordar com suas diretrizes. Esta foi a segunda instituição do parlamentarismo no país - a primeira ocorreu durante o Império - e foi resultado de um acordo político para garantir a posse de João Goulart na Presidência da República após a renúncia do presidente Jânio Quadros. O sistema duraria cerca de dois anos no Brasil e seria extinto em janeiro de 1963, através de um plebiscito.
Fonte: Blog Hoje na História CPDOC/Jornal do Brasil. Disponível em: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=15256
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2 de setembro de 1988 - É aprovada a nova Constituição - replicado no Blog Falando de História em 02 de setembro de 2011
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domingo, 1 de setembro de 2013
1 de setembro de 1939 - Começa a Segunda Guerra Mundial
Por: Thiago Jansen
Disponível em: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=15255
Há exatos 70 anos a Alemanha de Hitler invadia a Polônia com os objetivos de reaver os territórios alemães perdidos ao final da Primeira Guerra Mundial, e dar início ao plano do Fuhrer de estabelecer uma "nova ordem" na Europa, baseada no princípio da superioridade germânica. Começava assim a Segunda Guerra Mundial, um conflito de escala mundial que confrontou os Aliados - cujas principais forças foram a União Soviética, os Estados Unidos e o Império Britânico - e as forças do Eixo - liderados pela Alemanha, a Itália e o Japão. A Segunda Guerra Mundial foi o maior conflito militar da História, durou seis anos, envolveu 72 nações e provocou a morte de mais de 50 milhões de pessoas.
As hostilidades começaram quando o cruzador alemão Hehleswigh-Holstein, que estava ancorado no porto de Dantzig, abriu fogo contra o depósito de munições polonês de Westerplatte. Horas depois, utilizando a tática da Guerra Relâmpago (Blitzkrieg), os Grupos de Exércitos Norte e Sul da Alemanha, com tropas blinadadas e mecanizadas, iniciaram a invasão por terra, enquanto aviões da esquadra alemã bombardeavam as cidades polonesas de Kattowitz, Cracovia, Grodnow e Wasterplatte, destruindo instalações militares. A justificativa para a invasão alemã foi um suposto ataque polonês a uma estação de rádio alemã, o que mais tarde ficou provado que não aconteceu.
Nove dias depois as tropas alemães iniciavam os ataques à Varsóvia, capital do país. No entanto, o Império Britânico e a França não esperariam tanto: em 2 de agosto de 1939, um dia após a invasão alemã, os dois países declararam guerra à Alemanha.
As hostilidades começaram quando o cruzador alemão Hehleswigh-Holstein, que estava ancorado no porto de Dantzig, abriu fogo contra o depósito de munições polonês de Westerplatte. Horas depois, utilizando a tática da Guerra Relâmpago (Blitzkrieg), os Grupos de Exércitos Norte e Sul da Alemanha, com tropas blinadadas e mecanizadas, iniciaram a invasão por terra, enquanto aviões da esquadra alemã bombardeavam as cidades polonesas de Kattowitz, Cracovia, Grodnow e Wasterplatte, destruindo instalações militares. A justificativa para a invasão alemã foi um suposto ataque polonês a uma estação de rádio alemã, o que mais tarde ficou provado que não aconteceu.
Nove dias depois as tropas alemães iniciavam os ataques à Varsóvia, capital do país. No entanto, o Império Britânico e a França não esperariam tanto: em 2 de agosto de 1939, um dia após a invasão alemã, os dois países declararam guerra à Alemanha.
Disponível em: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=15255
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