quarta-feira, 6 de julho de 2011

Advogado tira dúvidas sobre precatórios

O advogado Daisson Portanova responde dúvidas de quem tem dinheiro para receber do Estado decorrente de alguma decisão judicial, são os precatórios, ou requisições de pequenos valores no Jornal do Almoço da RBS TV.
Fonte do texto: Página do Jornal do Almoço no site da RBS TV. Disponível em: http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=193989&channel=45

terça-feira, 5 de julho de 2011

Relembrando mais um pouco da Praça da Alegria

Ai que saudades dos grandes humoristas do Brasil

Numa época em que o humor televiso está em baixa (salve algumas excessões) encontrei esta preciosidade. Dois grandes humoristas: Rogério Cardoso e Manoel de Nóbrega. Que saudades

A Revolta dos 18 do Forte de Copacabana de 1922


Em represália ao fechamento do Clube Militar e prisão do seu presidente, Marechal Hermes da Fonseca, jovens de diversos quartéis planejaram um movimento contra o Governo. Um deles, o capitão Euclides Hermes da Fonseca (filho do Marechal), comandante do Forte de Copacabana, com apoio do tenente Siqueira Campos, instruiu os seus comandados que se resguardassem, fazendo trincheiras e minando o terreno desde o portão do forte até o farol. Assim, estavam preparados para o movimento militar que eclodiria em diversos pontos da Cidade no início da madrugada do dia seguinte.

Contudo, informado a respeito da revolta, o Governo antecipou-se, fazendo a troca dos principais comandos militares na capital e coibindo a força militar do Forte de Copacabana que foi alvo de intenso bombardeio oriundo da artilharia da Fortaleza de Santa Cruz durante todo o dia 5 de julho.

Na madrugada do dia 6, o Ministro da Guerra, Pandiá Calógeras, telefonou ao Forte, exigindo a rendição dos rebeldes. O capitão Euclides Hermes e o tenente Siqueira Campos permitiram, então, a saída de todos aqueles que não quisessem combater. Poucos mantiveram-se em resistência. O capitão Euclides Hermes saiu ao encontro do Ministro no Palácio do Catete, onde recebeu voz de prisão. Os demais foram pressionados: ou a rendição ou o massacre.

O tenente Siqueira Campos, pressionado pelos remanescentes da tropa, tomou a decisão suicida: sairiam em marcha até ao Palácio do Catete, combatendo. No início da tarde do dia 6 de julho, iniciaram a marcha pela Avenida Atlântica. Um número até hoje não determinado se rendeu ou debandou. Restaram 18 militares revoltosos, vencidos no confronto final à altura da antiga rua Barroso (atual Siqueira Campos) pela tropa legalista com milhares de homens. Os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes, e dois soldados foram capturados feridos. Os demais faleceram em combate. Os soldados capturados morrem em conseqüência dos ferimentos recebidos.


Fonte: Blog Hoje na História - CPDOC Jornal do Brasil